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Fotografia digital



Foto: Google Imagens

A marca Kodak participou ativamente da história da fotografia. Primeiro, quando lançou a câmera Brownie-Kodak, em 1901, que abriu a possibilidade de a população tirar fotos em seu cotidiano. Em 1990, a Kodak lançou a primeira máquina fotográfica digital, que foi comercializada em grande escala, a DCS 100.
Foram quase 90 anos de evoluções importantíssimas na fotografia até o surgimento da câmera digital. No começo, o foco não era automático, o filme era em P&B, além da exposição de luz também não ser automática. As câmeras eram muito grandes e difíceis de serem carregadas.
O surgimento das câmeras compactas digitais ajudou, e muito, os fotojornalistas. Antigamente, os correspondentes dos jornais que estavam em locais longe da redação tinham problemas no envio de fotos. A descoberta das novas tecnologias da informação, como a internet, por exemplo, veio para facilitar ainda mais o envio de fotos pela rede, que ficou muito mais rápido e prático.
É engraçado como as pessoas tiram muito mais fotos com as câmeras digitais. Eu mesma tenho um registro recente de fotos digitais, três anos aproximadamente. Mas é muito mais vasto do que minhas fotografias impressas. Na era da informática, ficou muito mais fácil ter as fotos salvas no computador e mostrá-las na rede, do que imprimi-las.
Hoje em dia existe celular que tem câmera com alta resolução de imagem. Fotografar está cada vez mais próximo das pessoas. Acredito que a fotografia seja uma espécie de extensão da memória. Quando você tem registro fotográfico de uma pessoa, ou um momento, fica muito mais fácil se lembrar de determinadas histórias e situações. Muito mais fácil de matar a saudade!

Mercado de Trabalho



Foto: Google Imagens

O mercado de trabalho está disputado e qualificação para o preenchimento das vagas é cada vez mais exigida. Para falar sobre o assunto, o Jornal Páginas Abertas conversou com o professor de geografia do Curso Pré-Vestibular e Supletivo Lima Barreto, Leonardo José Resende Teixeira. Ele trabalha em um dos postos do Sistema Nacional de Empregos (SINE), que fica na Avenida Augusto de Lima, 2094, no Barro Preto, em Belo Horizonte.
Para quem não conhece, o SINE funciona em todo o Brasil, dentro das capitais; e os funcionários são do Estado ou terceirizados; o que torna possível esse trabalho é que há um sistema, constantemente adaptado e melhorado, no qual os trabalhadores, ao se apresentarem, são cadastrados. “Esse cadastro é nacional; se o trabalhador viajar, for a um posto do SINE e mostrar a carteira, terá acesso às vagas”, conta o professor.
Leonardo ressalta a importância de os jovens não pararem de estudar, investindo em novos cursos e especializações. De acordo com o professor, em uma turma de qualquer curso de graduação com a média de 50 alunos, apenas 11 vão seguir uma profissão ligada àquelagraduação escolhida. Portanto, passar no vestibular não significa o sucesso na vida profissional. E não adianta só estudar, é preciso também adquirir as ferramentas e os equipamentos necessários para o exercício da profissão escolhida.
“O lambe-lambe do parque municipal só usa o tripé e a caixa para parecer bonito, porque lá no fundo ele está usando máquina digital e a impressora está ali na barraca do lado”, exemplifica ele. A dica que o professor Leonardo dá é que mesmo depois de passar no vestibular, se formar em um curso de graduação, as pessoas não parem de se atualizar. "Você não deve parar, de maneira alguma, de estudar; o doutor que pára de estudar se torna obsoleto em pouquíssimo tempo”.

Despedida


Foto: Renata Cotta (Quem está dentro do carro é a Sônia!)

Não podia deixar de me despedir. Estamos juntos há quase 10 anos. Há três você é meu, só meu. Tivemos nosso primeiro contato íntimo no dia sete de janeiro de 2006. Eu te machuquei, mas nem por isso você deixou de ser carinhoso comigo. Aprendi muitas coisas com você. Coisas do tipo dar valor aos amigos. Diferenciar quem é amigo mesmo de quem só quer uma carona.
Não gosto muito de despedidas. Mas você foi amigão para todas as horas. Amigo até dos meus amigos. Agüentou o frio e o sereno para me esperar sair das baladas. Me levou à todos os lugares onde quis ir.
Enfim, muito obrigada por tudo Karrão! Te amo muito! Você vai ser eternamente meu primeiro carro!

Bariloche, frio acolhedor!


São Carlos de Bariloche tem muita diversão a oferecer aos turistas que vão à cidade interessados em ver a neve de perto
Foto: Renata Cotta
Neve. Branca, fofa, fresca, pois acabou de cair. Telhados que fazem as casas parecerem decoração de shopping em época de natal. Assim é São Carlos de Bariloche, cidade localiza ao sul da Argentina, a 1600 Km da capital, Buenos Aires.
No inverno, as temperaturas variam entre -20ºC de madrugada e 6ºC durante o dia. Mas ninguém se importa. A todo momento é possível ver pessoas andando pelas ruas, até mesmo durante a noite — horário em que as temperaturas não são nada agradáveis para seres humanos que moram em países tropicais como o Brasil.
Ficar sete dias na cidade pode ser um tanto quanto cansativo, por causa da altitude, das baixas temperaturas, mas com certeza quem compra o pacote completo tem o que fazer! Os circuitos turísticos são muitos. Geralmente o primeiro passeio feito é para Cerro Campanário, uma espécie de mirante! Onde você pega um bondinho duplo e vai até o topo. A vista é maravilhosa, indescritível!
Quem está interessado em esquiar deve ir á Cerro Catedral. Lá, são oferecidas aulas em diversos níveis de dificuldade. Eu, como turista brasileira, nada acostumada com a neve, fiz aula para iniciante! Caí um bocado! Achei os esquis um tanto quanto pesados... Outra atração é o Cerro Otto, onde são oferecidas pistas de esqui-bunda, esporte favorito das crianças.
O que mais me incomodou nessa viagem foi o tanto de cachorro de rua que tem em Bariloche. São brancos, pretos, marrons, bejes. São enormes, peludos. Tive a impressão de que eles morrem de frio e quase não comem. Minha mãe disse que eu devia me casar com um homem rico e montar uma ONG para acolher os cachorros de Bariloche!


Baladas, muitas baladas

Muitas pessoas vão á Bariloche para sair à noite. Fui a um pub chamado Wilkenny. Tinha uma banda local tocando algo do tipo pop rock nacional. Depois, um DJ entrou colocando músicas variadas em inglês, espanhol e até em português! Escutei Garota nacional, do Skank. Mas das nossas músicas, eles preferem o funk, se jogam na pista! Cérebro e Rocket são as duas boates mais famosas da cidade. A diversão por lá começa às 02:00 horas da madrugada e não tem hora para acabar.
Enfim, Bariloche é uma cidade pequena, mas confortável. Possui uma boa estrutura para os milhares de turistas que acolhe durante o ano. Gostei bastante do passeio e indico à todas as pessoas de todas as idades!
* Já ia me esquecendo de um detalhe: o hotel onde me hospedei! Ele se chama Postal del Lago, fica a três ruas da Mitre - rua considerada o centro cívico da cidade, e onde é possível encontrar de tudo para comprar, desde lembranças até chocolates. O Postal é um bom hotel, de três estrelas, com aquecimento dentro de suas dependências e um ótimo restaurante. Apesar de não oferecer serviço de quarto, nem ter frigobar é um bom hotel!

Sete meses depois...

Resolvi reativar o blog! Vou preparar um texto bem bacana sobre a última viagem internacional que fiz para Bariloche! Um lugar lindo, delicisamente branco e frio! Aguardem!